segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

ÁUDIO-DESCRIÇÃO DE OS TRÊS PORQUINHOS




           Tecnologia Assistiva para alunos cegos e com baixa visão
       Audiodescrição

Para os alunos com deficiência visual, palavras valem mais do que uma imagem, a audiodescrição um dos recursos que poderá auxiliar o aluno a interagir com o meio, pois a partir do momento que entende o contexto, poderá participar ativamente da atividade, sendo ela educacional, lazer, etc.


“A audiodescrição é um recurso de tecnologia assistiva que permite a inclusão de pessoas com deficiência visual junto ao público de produtos audiovisuais. O recurso consiste na tradução de imagens em palavras. É, portanto, também definido como um modo de tradução audiovisual intersemiótico, onde o signo visual é transposto para o signo verbal. Essa transposição caracteriza-se pela descrição objetiva de imagens que, paralelamente e em conjunto com as falas originais, permite a compreensão integral da narrativa audiovisual. Como o próprio nome diz, um conteúdo audiovisual é formado pelo som e pela imagem, que se completam. A audiodescrição vem então preencher uma lacuna para o público deficiente visual."

(Eliana Franco – UFBA)

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Jogo para alunos DI

Jogo Nunca Dez
Atividade para alunos DI – anos finais

Material: Material Dourado
                Dois dados
Modo de jogar:
- O jogador que tirar o maior número no lançamento do dado começa o jogo, os outros seguem a ordem na direção do relógio;
- Cada aluno, na sua vez de jogar, lança o(s) dado(s) e retira a quantidade de cubinhos ou quadradinhos conforme a quantidade que saiu no dado.
- Quando o jogador conseguir mais do que dez cubinhos ou quadradinhos, deve trocá-los por uma barra ou tira.
- Quando o jogador conseguir dez tiras deve trocá-las por uma placa.
- Vence o jogador que conseguir primeiro dez placas ou um número de placas, antecipadamente, combinado.
- Como variação, pode-se combinar um tempo determinado para jogar.
Nesta variação ganha o jogador que tiver obtido maior número de barras ou tiras ou cubinhos ou quadradinhos.




É fundamental a utilização dos jogos com os alunos com deficiência intelectual, pois através do lúdico constroem a socialização e desenvolvimento das várias áreas do conhecimento. .
Intervenções do professor do AEE para problematizar  a situação de aprendizagem:
- incentivar o respeito às regras do jogo;
- conceitos das quatro operações matemáticas;
- Questionar e despertar no aluno o  valor posicional dos algarismos, no Sistema de Numeração Decimal.
- Noções de direita/esquerda com relação aos valores;

A compreensão dos conceitos precisam ultrapassar os dados empíricos apresentados pelo jogo. Para compreender o sistema de numeração decimal, é fundamental o processo de mediação que questione o aluno DI levando-o a pensar sobre as situações envolvidas, compondo e decompondo, estabelecendo as relações possíveis, que somente o material e o jogo não possibilitariam sem um processo de intervenção do professor do AEE.
 


domingo, 8 de setembro de 2013

Recurso de Tecnologia Assistiva

Tecnologia Assistiva é definida como "uma ampla gama de equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para diminuir os problemas encontrados pelos indivíduos com deficiências" (Cook e Hussey • Assistive Technologies: Principles and Practices • Mosby – Year Book, Inc., 1995).

Tesoura mola adaptada: 

Tesoura adaptada com dispositivo de auto-abertura.

 


 Aranha-mola:  é confeccionado com um arame revestido, onde os dedos e a caneta são encaixados. Objetivo deste recurso é estabilizar ou auxiliar nos movimentos de pessoas com deficiência física nas atividades em que utilizam lápis, caneta ou pincel.



terça-feira, 6 de agosto de 2013

O Atendimento Educacional Especializado e suas atribuições

O Atendimento Educacional Especializado e suas atribuições

A educação especial por muito tempo foi organizada como substitutiva do ensino regular, com a política da educação especial (2008) estabeleceu como direito de todas às crianças e os adolescentes em idade (6 a 17 anos) escolar devem estar frequentando a escola sob pena de abandono intelectual (sanção que será aplicada aos pais) e as escolas não poderão negar a vaga. Com esse novo paradigma a educação especial passou a ser uma modalidade de ensino que perpassa todos os níveis, etapas e modalidades, realiza o atendimento educacional especializado.
Acreditando que os alunos com necessidades educacionais especiais se desenvolvam nas áreas do desenvolvimento e aprendizagem criou-se o AEE – Atendimento Educacional Especializado que é oferecido para os alunos com deficiência, c TGD e  altas habilidades/superdotação.
Entende-se por AEE a organização de recursos pedagógicos e acessibilidade para que o aluno possa participar ativamente das atividades escolares. Para somar a equipe pedagógica que pensa em estratégias para os alunos com necessidades educacionais especiais sentiu-se a necessidade de um profissional que trabalhe na Sala RM com a tarefa de assessorar o aluno e a comunidade escolar.
O professor do AEE deverá ter uma formação inicial que o habilite para docência e formação inicial ou continuada na educação especial. Suas atribuições são prestar assessoria pedagógica a comunidade escolar e organizar o atendimento na sala de recursos multifuncionais no turno inverso ao da aula na sala comum, deverá acompanhar e planejar como adquirir ou construir os recursos pedagógicos de acessibilidade em todos os espaços da escola. O professor deverá elaborar um plano para o atendimento de cada aluno.
Os atendimentos do AEE possuem uma frequência de duas vezes na semana com duração de uma hora cada atendimento, o professor durante esses atendimentos deverá ensinar o uso das Tecnologias Assistivas os quais visam ampliaras habilidades em todas as áreas que deverão receber os estímulos. Assim o aluno terá autonomia no desempenho das áreas potencializadas. Desenvolver o plano individual elaborado para ajudar o aluno a se desenvolver nas áreas em defasagem.
Para construir o plano do AEE (individual) o professor deverá fazer a entrevista familiar, avaliar o aluno na sala RM e o acompanhar na sala de aula. Para isso é muito importante à construção do estudo de caso, esse irá nortear as estratégias que serão propostas para o aluno. Com posse de todas as informações será construído o plano abarcando atividades que auxiliaram o aluno a se desenvolver.


   

sábado, 25 de maio de 2013


Vídeos educativos: Rafinha 2.0 e Web 2.0
           Rafinha 2.0
Duração: 9min36seg, em Português



O Rafinha 2.0 é um jovem que nasceu na era da internet, da comunicação rápida, possui vários aparelhos eletrônicos, mas isso não é um privilégio dele, seus amigos também possuem aparelhos semelhantes e o gosto pela interatividade. Não lê jornal e nem assiste tele jornais, mas possui informações sobre as mais altas tecnologias, produz seus conteúdos, sabemos a importância das informações do mundo todo, das descobertas científicas ou de um vídeo caseiro que muitas pessoas acessaram. As pessoas tem o poder de escolher suas marcas, músicas, a tecnologia que melhor se adapta ao seu trabalho, entre outas ferramentas importantes em nosso cotidiano. Nós professoras temos que orientar os alunos sobre o uso com qualidade da tecnologia, não se esquecendo da conexão entre as pessoas através do diálogo, conhecimento, trocas de experiências e colaboração.



                       Web 2.0
Duração 4min32seg, com legenda em português

http://www.youtube.com/watch?v=X4n90pO-kRk

O vídeo Web 2.0 remete a importância da mesma utilizarmos na escola, pois possui flexibilidade de revermos conceitos, de nos comunicarmos com outras instituições de educação de qualquer parte do planeta. A ideia da Web 2,0 é tornar o ambiente on-line mais dinâmico, serviços on-line interligados oferecendo muitas ferramentas como, por exemplo, o Windows.  Assim o professor se beneficiará da tecnologia por ser da geração dos alunos os trazendo para a construção do conhecimento a partir de instrumentos de interesse coletivo.


Sugestões de leituras

Tema: Escola Inclusiva

Sugiro a leitura de um trabalho acadêmico o qual faz uma análise das publicações da revista Nova Escola e a inclusão de alunos com deficiência no sistema regular de ensino de 1997 a 2010. Percebo como importante esse trabalho porque acredito que a maioria dos professores são assinantes dessa revista, leem na escola ou leram pelo menos um artigo. O trabalho analisa o impacto das políticas que norteiam a educação especial nas publicações da revista. Boa leitura a todas.
Disponível em:
http://www.uel.br/eventos/semanadaeducacao/pages/arquivos/anais/2012/anais/educacaoespecial/revistanovaescolaeainclusao.pdf

Educação à distância e a construção de novos conhecimentos

              A educação a distância ganhou novo espaço de discussão nos meios acadêmicos, temos informações sobre seu início há mais ou menos meio século utilizando tecnologias como o rádio, televisão, computador, etc,  teve uma aceitação maior nos meios acadêmicos a partir do desenvolvimento das tecnologias dos últimos anos.
              Com a EAD mudamos alguns paradigmas que construímos ao longo de nossa jornada acadêmica, como por exemplo, a presença constante de um professor e a turma unida em um espaço físico da universidade.
               Entendemos que a educação a distância privilegia a busca pelo conhecimento através de ações do próprio aluno, o professor lança desafios e media as aprendizagens através da tecnologia, as interações que poderão ocorrer através das ferramentas disponibilizadas na plataforma do curso em tempo assíncrona e síncrona. A educação a distância é utilizada para minimizar as fronteiras, possibilitando o acesso da construção do conhecimento acadêmico em várias regiões do país ou até mesmo do exterior.
              Em nosso curso temos uma mesma legislação referente à educação inclusiva por estarmos no mesmo País, mas temos algumas oportunidades em nosso cotidiano que poderá ser diferente de região para região. Assim trocaremos experiências a partir dos estudos teóricos.
              Com a possibilidade de organizarmos nosso horário para o acesso ao ambiente de do curso deveremos respeitar as datas limites de postagens para que o curso possa cumprir com os seus objetivos em nossa formação continuada.
              Estar participando do curso de especialização em AEE é um momento de reflexão, leituras constantes, compromisso com a educação do Brasil, pois estamos sendo beneficiados com verbas do governo, com professores pesquisadores comprometidos com as mudanças no cenário da educação inclusiva, bem como podemos contar com a mediação, questionamentos e incentivo da tutora de nosso polo.
              Percebi como dificuldade entre tantos aspectos positivos a nova plataforma, pois o novo algumas vezes em um primeiro momento desafia a buscar soluções para as dificuldades e sendo assim, a busca por novas aprendizagens requer dedicação.